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O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel (Partido Comunista de Cuba, esquerda), declarou na 6ª feira (20.mar.2026) que o país se prepara para uma possível agressão dos Estados Unidos. A declaração se deu durante evento em Havana, no qual ativistas estrangeiros levaram ajuda humanitária à ilha em resposta à crise econômica e energética.
No encontro, o líder cubano mencionou o presidente dos EUA, Donald Trump (Republicanos), e afirmou que toda a pressão possível já foi exercida sobre Havana, em referência ao isolamento econômico provocado pelas sanções impostas por Washington. Segundo Díaz-Canel, a única opção restante seria tomar o poder e destruir tudo.
O governo lançou um plano de defesa baseado no conceito de “guerra de todo o povo”. Díaz-Canel não caracterizou a estratégia como agressiva, mas defensiva. Disse também que a liderança revolucionária de Cuba permanece unida e que as decisões são tomadas coletivamente.
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REDAÇÃO DIÁRIO DO PAÍS
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