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Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil, artistas que participaram neste domingo (21) do ato da esquerda contra a anistia em Copacabana, no Rio de Janeiro, foram anistiados no passado, após o regime militar, em 1979.
À época, a anistia “ampla, geral e irrestrita” permitiu que eles retornassem do exílio sem risco de serem presos por suas atividades políticas e culturais.
Caetano e Gil chegaram a ser presos em 1968, após o Ato Institucional n° 5 (AI-5), mas foram liberados a fim de que deixassem o país, vivendo em Londres até 1972. Já Chico Buarque não chegou a ser preso e se autoexilou na Itália em 1969.
Neste domingo, eles cantaram em Copacabana durante protesto contra a anistia aos presos envolvidos nos atos do 8 de janeiro de 2023 e no suposto plano de golpe de Estado. A manifestação também teve como objetivo rejeitar a PEC das Prerrogativas.
Esta matéria apareceu primeiro no Pleno News.
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